Salve, galera! Estamos de volta aqui no site, recarregando as energias já para 2022. Em breve tudo estará atualizado para vocês. Aproveitamos para nos reconectarmos às descobertas sonoras da Groover, e hoje trazemos um papo com o cantor e compositor brasileiro Diego Tavares.

O músico de 37 anos tem ganhado bastante repercussão ao longo de 2021 com o lançamento de diversos singles e, neste mês de novembro, soltou a faixa “Imperfeição”. Além dela, as músicas “Dança” e “Pode Ir” também estão presentes em nossa playlist Conexão Groover no Spotify, que você pode conferir logo abaixo.

No nosso papo, Diego falou inicialmente sobre “Pode Ir”, lançada no mês de agosto.

“‘Pode Ir’ foi uma das muitas músicas que fiz durante a pandemia. Trancado em casa, o período foi bem propício a escrever canções, e várias delas falam sobre, ou pelo menos comentam, coisas relacionadas a esses anos malucos que oxalá estejamos terminando de vivenciar. ‘Pode Ir’ se relaciona à pandemia quando fala de solidão e de estados mentais um pouco confusos, refletindo o meu próprio estado quando a compus.”

Natural do Rio de Janeiro-RJ, mas realocado em São Paulo-SP há poucos meses, Diego também dá detalhes sobre seu primeiro disco:

“A música é parte do meu disco de estreia, que se tudo der certo sai ainda em 2021. Como single, foi lançada e divulgada apenas em meios online, com promoção pelas redes sociais, groover e curadores de playlists, além de ter um videoclipe simples.”

Dentre suas influências, Tavares menciona principalmente cinco nomes: The National, Phoebe Bridgers, Cícero, Tiago Bettencourt e Caetano Veloso. Enquanto seus primeiros singles traziam uma carga maior de MPB, o seu último single “Imperfeição” remete às suas referências de indie rock. E apesar de ter conseguido certa ascensão durante este período de pandemia, Diego conta que sua caminhada artística foi, de fato, renovada:

“Eu na verdade renasci como artista na pandemia. Havia deixado um pouco de lado essa parte da minha vida para dar conta de outras, e aproveitei o momento em que tudo se reembaralhou pra colocar novamente a arte como prioridade. Se é que se pode falar em algo assim, esse é o legado positivo que a pandemia deixa na minha vida.”

“Devo entrar em 2022 ainda trabalhando o meu disco de estreia, seja online promovendo mais singles ou em shows, agora que as coisas parecem estar melhorando. Mas no decorrer do ano devo voltar pro estúdio e iniciar a produção do segundo álbum, que já tem parte das músicas compostas.”

E como de costume, pedimos para que ele recomendasse sons, livros e/ou filmes para quem quisesse curtir após a leitura desta entrevista. O músico recomendou de forma bem direta a discografia de Leonard Cohen, os livros de Mia Couto e a série Maid.

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